spray.png

AS     OBRAS    PODEM  SER   CONFERIDAS
NOS             SEGUINTES            ENDEREÇOS:

1.png

Rua dos Pinheiros, 1474

Lado norte:

Artistas: Mateus Bailon,

Paola Delfinn

Lado sul:

Artistas: Gleo e Pri Barbosa

4.png

Rua Campo Alegre, 60

Artista: Enivo

5.png

Rua dos Pinheiros, 2767

Artista: Thiago Neves

2.png

Av Faria Lima, 1134

Sentido Largo da Batata:

Artista: Marcelo Eco

3.png

Rua Artur de Azevedo, 985

Artista: Alex Senna colaboração

do poeta Marcelo Ariel

cap.png

Na edição de 2020, o objetivo foi oferecer um legado artístico e cultural que representasse um novo eixo de turismo, lazer e cultura para a capital paulista.

Ao todo, foram entregues 3.689m² de arte, em 12 obras pintadas em empenas da região do Largo da Batata, no bairro de Pinheiros. 
Os trabalhos compõem um grande museu   de grafite a céu aberto.

Edição 2020

Artistas

seta_branca.png
marcelo-eco_destaque_tratada.png

Av. Faria Lima, Nº 1134

É impossível andar por uma cidade onde Marcelo Eco tenha estado e não se deparar com as artes do carioca. Dono de um estilo marcante, tem o universo urbano como fonte de inspiração e painéis que podem ser vistos em cidades do Brasil, Argentina, Itália, França, Alemanha, Holanda, Angola e Egito.

Marcelo espalha sua arte por aí há um bom tempo. Começou nos anos 90 e evoluiu até chegar nas cores e na identidade que vemos hoje. Seus trabalhos mostram traços marcantes e personagens de queixos pontudos, cheios de perspectiva, que manifestam a sociedade contemporânea satirizando o comportamento robotizado ou repetitivo das pessoas.

cordenadas_branco.png
spray_edited.png
cordenadas_branco.png
seta_preta.png
DJI_0039.JPG
globo_azul.png

Rua Campo Alegre, Nº 60

elements_preto.png

Foi observando os grafites que surgiram próximo de sua casa no bairro do Grajaú, zona sul de São Paulo, que Enivo se inspirou, ainda jovem, a ter suas primeiras experiências com o grafite.

Hoje, o artista já deu vida a muitos muros e paredes da cidade, com obras que refletem a sua perspectiva sobre as muitas questões que envolvem sua história, cotidiano e a sociedade como um todo.

seta_preta.png
DJI_0692.JPG
Cruz_Setas_azul.png

Rua Capitão Prudente, Nº 151

Nascida na zona norte da capital paulista, Mari Mats, artista plástica e DJ da cena independente de São Paulo, sempre desenhou, mesmo quando atuava em outras áreas. 

Na adolescência, quando se mudou para o centro da cidade e se viu em meio à paisagem urbana, Mari conheceu o grafite e começou a se interessar pela arte de rua. Suas criações evoluíram ao longo dos anos, até chegar no estilo atual, que consiste em representações de bonecas estilizadas e coloridas.

cordenadas.png
spray.png
spray.png
cordenadas.png
seta_preta.png
AlexSenna.Final.jpg

Rua Artur de Azevedo, Nº 985

Nascido no interior de São Paulo, Alex Senna é um ilustrador e grafiteiro que teve seu primeiro contato com o grafite em 2002 e está na carreira artística desde 2006.

Com um traço marcante, produções ricas em detalhes, na maioria das vezes usando apenas preto e branco, Alex mostra cenas simples e emocionantes do cotidiano. Já teve seus trabalhos expostos nacional e internacionalmente em metrópoles como Berlim, Paris, Londres e Barcelona.

spray.png
cordenadas.png

Rua dos Pinheiros, nº 1.474

A artista Gleo, da cidade de Cali, na Colômbia, transita entre diferentes formatos artísticos: de murais e telas até o grafite e a serigrafia.

Seu trabalho tem cores vibrantes, elementos naturais e figuras - em sua grande maioria femininas - que interagem com o ambiente criado pela colombiana. Suas obras causam um grande impacto e promovem um momento de pausa e reflexão no espectador.

Em muitas de suas obras, Gleo traz signos e arquétipos que fazem parte da cultura colombiana. Refletindo suas raízes em suas criações, ela espalha sua arte em diversos lugares do mundo.

globo_azul.png
DJI_0325.JPG
spray.png

Rua dos Pinheiros, nº 1.474

Ilustradora, designer e diretora de arte, Pri Barbosa realizou seu primeiro trabalho com o grafite no NaLata Festival em 2020. Nascida no bairro do Aricanduva, zona leste paulistana, a artista sempre soube que iria seguir a carreira artística.

Cruz_Setas_azul.png

Suas criações têm um estilo bastante marcante:

envolvem tons suaves, elementos botânicos e exploram os temas do universo feminino, com foco no feminismo latinoamericano.

cordenadas.png
spray.png
seta_preta.png
seta_preta.png
Paola&Matheus.Final.jpg

Rua dos Pinheiros, nº 1.474

Paola Delfin nasceu na Cidade do México e foi através de desenhos e pinturas que, desde jovem, passou a expressar suas histórias.

Na comunidade onde cresceu, a cultura tem papel fundamental para dar voz à sociedade. Dessa maneira, encontrou em meio à arte urbana, uma forma de dar rosto ao seu povo. Sob curvas realistas, seu trabalho une pessoas e nos convida a refletir sobre nossas raízes e essências.

Já Mateus Bailon se inspira na conexão entre pessoas e natureza para representar sua arte. Através de mitos folclóricos e, principalmente, dos pássaros, ele busca nessa união expressar um universo original, livre e de constante evolução. Nascido em Santa Catarina, o artista possui obras espalhadas por algumas das principais cidades da Europa.

COLAGEM.png
spray.png
Cruz_Setas_azul.png

Nalata
na mídia

globo_azul.png
cordenadas.png